O Véu Pintado

O Príncipe das Marés

O Espelho tem Duas Faces

The Ghost Writer

Estou com dúvidas…

E apetecia-me ir para casa conversar sobre elas com o Xico,
já que o mar não está disponível para me ouvir
por excesso de conversações com as chuvas e as ondas dificeis.

Tenho um carrinho novo para ir às compras.
É cheio de passarinhos…
O melhor de tudo é que tem rodas todo o terreno e facilita
o transporte de tudo do carro para casa e de casa para o carro.

Limpezas da parece do corredor
que já precisava muito há mais de um ano.

Arrumações no móvel preto.

Preciso de pratos novos,
porque não tenho um único prato de refeição que não esteja lascado! =(

Preciso de uma nova panela para fazer arroz e guisados.

Reflexões sobre a utilização da mesa hectagonal
ou arquivo da mesma na arrecadação à espera de um novo apartamento.
Será uma espera de anos e a mesa é a peça mais fantástica que tenho em casa…
A dúvida persiste.

Ando a pensar que devia comprar um frigorifico novo…
e um aspirador daqueles pequeninos, porque os cabelos do Xico dão comigo em doida =(

100% dos Portugueses com acesso ao Casamento
Portugal perde mega oportunidade de fazer História em Direitos Humanos.

No ano do centenário da Republica,
Portugal perde mega oportunidade de fazer História no que toca a Direitos Humanos.

ATENÇÃO MENINAS CASADOIRAS, se são do mesmo sexo,
devem pensar bem se querem ser mães por terras lusas.
É melhor irem a Espanha ter as crianças para as registarem com o nome das duas.

Caso o senhor Professor “nunca me engano e raramente tenho dúvidas”  não ponha a sua mão cínica e hipócrita na decisão tomada hoje na Assembleia da Republica, o casamento passa a ser para toda a gente e não está disponível apenas a… hummm… qualquer coisa como noventa e tal por cento da população (mais coisita menos coisita). Parabéns a tod@s @s casadoir@s portugueses! =)

Mas, Portugal fez hoje História que nos devia envergonhar: os senhores políticos dão com uma mão a casais adultos do mesmo sexo (sejam LGBT ou não, note-se…) e tiram com a outra a possibilidade de adopção de centenas (para não dizer milhares) de crianças “institucionalizadas”.

É melhor nem pensarmos, e escondermos a cabecinha na areia, nos filhos nascidos (no caso de senhoras inseminadas ou criativas) com uma única mãe legal e com pai incógnito. Vai ser um terrível buraco legal.

Senhoras, ide a Espanha casar. Tenham lá as vossas crianças para que possam registá-las em nome das duas. É só ir ali num instante. Além disso, parece que já é um hábito as mães lusas de regiões junto à fronteira irem a Espanha terem os bebés, por isso nem é novidade.

Isto é mesmo à Portuguesa…

Caixote do lixo novo Azul a combinar com o tecto.

Vassoura Verde a combinar com a varanda.

Nespresso a combinar com o meu vício.

Puff Verde a combinar com o quarto e a sala.

Tv por cabo e net ilimitada a combinar
com hobbies, trabalho em casa e com nova flatmate (ainda a confirmar).

Nova flatmate a combinar com renovação do frigorífico,
jantares com amigos e e com viagens.


Sim. Foi um óptimo filme de acção para esvaziar a mente e me entreter. Afinal o cachimbo aparece umas 3 ou 4 vezes. Que me lembre não aparece nenhuma menção a consumo de drogas com excepção da possibilidade de ele ingerir coisas para experiências “científicas” e dá-las ao pobre do cão do Watson. Sabe artes marciais ou coisa no género e não morre mesmo sendo apanhado no meio de explosões magníficas. Gostei especialmente do Watson, dos cenários e das fatiotas!

O Pai Natal foi muito generoso comigo este ano. Há muito anos que não era assim. E eu não precisava de todo, mas soube-me bem pelo carinho de quem ofereceu.

Entre coisas cheirosas:
- Cachecol de algodão na minha cor preferida
- Casaco tipo marinheiro impermeável, leve e muito quentinho
- Uma ferramenta para fazer chá
- Um caderno de esboços muito personalizado pelas meninas
- Um porquinho mealheiro para depositar moedas para viagens
- Uma Nespresso
- Uma fonte de água zen comprada à minha frente sem eu dar por nada
- Um grande puff verde que está encomendado
- Uma agenda
- Outro caderno de rabiscos lindíssimo e único
- Um calendário
- Um alfinete com uma bola laranja escuro na ponta para pregar num casaco ou num estojo ou numa mochila ou em qualquer coisa que agora não estou nada a ver. Parece que tem Marte na ponta.
- Obras de recuperação na minha casa que a deixaram mais leve de energias negativas
- Um objecto caro ao meu avô foi passado ao meu irmão 13 anos anos depois
- Uma camisola de lã verde limão que não esperava gostar
- Um livro de poesia com aves
- Produtos de limpeza e tratamento facial – é a minha mãe a pressionar-me…
- Produção de cachecóis em família e é dificil embrenhar-me em actividades conjuntas e familiares :-)
- Foram umas festas muito serenas com quem mais quero bem
- O ano foi passado numa serenidade e num sossego muito gratificantes.

2012 – Grande treta, muito mauzinho…

O Solista – Naaá, desilusão.

Ágora – Foi bom, mas é um épico sem nada de muito especial

Avatar – Muito bonito filme de acção, com excepção das cenas de acção. 3D
não lhe faz falta nenhuma, até lhe prejudica as cores lindíssimas.

Welcome – Soube a pouco :-(

De profundis – Não cheguei a ir ver. Vou ver se há no clube de vídeo.

Sherlock Holmes – Talvez para a semana.

Finalmente:

chão renovado,
ventax silenciosa no wc – muito eficiente! -,
torneiras que já não pingam
e pilhas de mosaicos recambiadas da varanda.

Claro que o P. tem a criatividade e as mãozinhas dele na obra =)******

OBRIGADA!

O Xico passou o dia a olhar para as obras como quem diz:
estes tipos estão totalmente loucos e não sabem parar quietinhos…

P.S. Agora falta renovar o frigorífico
e precisava de fazer alguma coisa em relação aos móveis pretos da sala.
Ando a pensar que devia retirar um deles de lá…

Tricotamos em família no Natal. Porta-moedas em ponto de liga, cachecóis em ponto de liga, em ponto de meia e liga, em canelado… Rematamos e apanhamos malhas. Rimos que nem umas perdidas e desesperamos…

Vou para a festa “MacDonalds de Natal” com a M.! Sonho com um sundae de chocolate com dose dupla e cobertura de nozes torradas para afogar as dores na microfissura!

Ora, ora… Tenho umas canadianas de Natal… Microfissura no músculo da barriga da perna direita. Ordens médicas: repouso absolutíssimo… lareira, leituras, tricot, tv cabo, mimos de natal e calorias…

Está bem a médica só falou da parte do repouso à lareira. Acho que na parte das calorias ela teve vontade de dizer que … eu devia evitar… mas não teve coragem! LOL Também é uma senhora grandinha assim como eu, mas mais baixota!

Estou naqueles dias em que só me apetece ouvir Metallica aos berros… Sim, eu tb ouço Metallica para além de jazz, muito jazz, clássica, pop, rock e alternativa. Ouço de tudo, desde que goste.

Nós, cá, na converseta com ele, na Corunha… Na galhofa, na parvoeira, na cusquice. Na dizemos nada de jeito =)

Nós cá com bifes de frango recheados com farinheira tostados demais, espinafres com queijo mozzarela e arroz de manteiga. Sumo de maçã-laranja. Para a sobremesa, se lá chegarmos, é gelatina de abacaxi, se lá chegarmos… Também pode ser tostas com doce de limão tipicamente britânico ou doce de pêssego.

Crumpets:
a transbordarem manteiga é de ir ao céu!

Árvore de Natal… enorme… de cartão preto com umas luzinhas a pilhas… As bolas e as estrelas também são de cartão e estão presas com uns fiozinhos vermelhos.

ALERTA AMARELO e senhoras de blusinha e um pulôver que se queixam do frio…

Hoje, vesti uma camisola interior muito quente (coisa que nunca faço), uma t-shirt (não fosse ter calor no instituto e precisar de despir uma camada), uma camisola de lã de gola alta, um blusão polar, um cachecol de lã e o meu típico gorro de …lã. Parecia uma cebola gorda a caminho do trabalho e estas senhoras assim vestidinhas…

Já parecem determinados seres vindos do outro hemisfério com quem tive o desprazer de privar na mesma casa… Ora tenham a paciência!

Que lindo dia de Inverno! tritritritritri… que frio… Tempo para Oeiras, Portugal Temp Mínima | 1°C Temp. Máx. 11°C Temp. Actual 7°C Céu Limpo Vento: NE a 26 km/h Humidade: 53%

Eu e o Xico demos uma cabeçada quando eu o estava a amassar bem amassadinho e parti os óculos :-(

Bebo um chá de eucalipto para tratar a garganta. A temperatura está a baixar, a baixar, a baixar.

Sejamos bem vindos ao Inverno!

Ontem, fui ao mecânico com o carro à revisão. Entrei no portão e ele foi-se… Não se ligou mais.

A bateria ficou-se.

Carro louco, semana louca…

de mim própria e desta forma de vida que tenho tido nas últimas semanas.

Não pode ser.

Tenho de enfrentar esta coisa que tenho sentido,
e fugir de mim própria e fugir deste estado de alma.

Hoje à noite: jantar uma pita no prato e cinema (Julia & Julie) para rir e chorar.

Não, os óculos não estavam no frigorífico nem no congelador… Estavam no armário da casa de banho entre o CK1, o desodorizante e o creme barral…

Estou naquelas fases que eu tenho em que me acontecem coisas que parecem impossíveis. Estou assim. Estou a dar choques… Não tenho paciência para nada, muito menos para mim e para estas porcarias… NÃO SEI DOS ÓCULOS!!!!!!!!!! Que nervos…

Vou fazer um novo cachecol. Hoje de manhã fui à loja das lãs da vila e a senhora da loja ensinou-me como usar uma lã especial às laçadas. Ficará elegantíssimo.

Está um óptimo dia de chuva para tricotar, para ficar na cama, ouvir música, desenhar e dormir. Vou encher a casa de coisas Natalícias, montar a minha nova árvore de Natal de papel e fazer embrulhos – já os tenho todos!

Albúm de Fotos do Livro
no site da Tinta-da-China

«Este livro é um acto de coragem.
É um acto de optimismo, também.
Paul Theroux explica na introdução a “O Velho Expresso da Patagónia” que “os viajantes são essencialmente optimistas, ou então nunca iriam a lado nenhum”.
É esse optimismo que permite a Alexandra Lucas Coelho afastar quaisquer receios com uma espécie de fatalismo paradoxalmente empreendedor: “não há nada a fazer”. Mesmo quando por instantes se lhe infiltra na mente a dúvida acerca do desconhecido que a certa altura a transporta, sabe-se lá para onde, numa terra onde “um estrangeiro é um acepipe”. “Não há nada a fazer.” E a viagem continua.
Vamos com ela aos jardins de Babur. Descobrimos com ela – num país masculino, onde até na morgue há frigoríficos distintos para os cadáveres de homens e mulheres – a herança da extraordinária rainha Gowar Shad. Mergulhamos o olhar no azul intenso de Band-e-Amir, um milagre atribuído a Ali, primo e genro do Profeta, que continua a proporcionar a quem o visita os bens mais escassos num país em guerra: tranquilidade e alegria.
Aquilo que aqui, a ocidente, a milhares de quilómetros de distância, é apenas um borrão sem nome, uma massa de ideias vagas e de lugares-comuns, geopolítica e geoestratégia, toma a forma de gente concreta, ganha contornos, espessura, rosto. O facto de Alexandra Lucas Coelho escrever tão bem faz o resto. É o meio de transporte em que viajamos por um lugar aonde, é quase certo, nunca iríamos de outro modo.»

Carlos Vaz Marques

LápisLavra Papa Folhas no Cordel

Palavras lavradas a lápis em folhas de papel, penduradas com molas num cordel.

Letras semeadas são regadas,

palavras adubadas, cultivadas pelo Tempo.

Papam resmas de papel,

vivem almas na era digital.