Hoje foi dia de…

 

 

de chuvas, principalmente nas almas.

de lhe declarar que cada ser humano tem a obrigação,
para consigo próprio,
de lutar até exaustão de Ser
enquanto estiver vivo e consciente disso
[juro que ele ficou a reflectir naquilo
apesar de se ter agarrado ao suduku com unhas e dentes e lápis].

de Egas Moniz na 107
e de me sentar para ler no sotão:
no “meu” sotão p’la noite dentro.

 

P.S. O pior é que lho declarei como se estivesse a falar de mim
e lhe tivesse a pedir autorização para eu própria Ser…
eu própria…
é a coisa de termos quase 50 anos de diferença
e eu o adorar e nem sei bem porquê…
talvez porque o senti sempre ali,
apesar de nem sempre me estar a ouvir o coração.

 

 

 

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