Das Redes Sociais III – O Facebook em modo cadeado… e o G+

Continuação <- Das Redes Sociais II – O Facebook

Portanto, há um ano atrás dediquei-me a fechar o meu Facebook a cadeado e a partilhar-me apenas com Amigos, amigos e os tais crominhos do lab acometidos pelos Farmvilles da vida.

Desde há umas semanas passei para outro patamar. Aprendi a criar páginas no Facebook, daquelas do tipo clica no botão “Gosto”, retirando vantagens profissionais da dita ferramenta para delírio do meu chefe e de outras almas fascinadas com as minhas competências comunicacionais na net. E também aprendi a agrupar os “amigos” em caixinhas às quais dei as denominações: 1, 2 e 3 (1 – Amigos, 2 – amigos/colegas, 3 – criaturas com quem devo evitar partilhar o que quer que seja com excepção de informações profissionais e de preferência secantes para ver se me desamigam).

Aquilo agora está tudo devidamente fechado a sete chaves. Agora até já posso ser “amiga” do meu chefe! Posso ter mais “amigos” sem problemas, porque grande parte deles não faz a menor ideia dos disparates lindos que partilho por lá com os amigos dos abraços, dos disparates, dos assaltos ao mural alheio, dos pecados em dias de TPM, das lágrimas e dos mega-sorrisos.

Mesmo assim só tenho cerca de 50 “amigos”…

Já vou no terceiro post para dizer uma coisa tão simples como: acho que o Twitter não serve para nada. Aquilo é um mar de (des)informação sem filtro. Uma coisa com cada vez menos sentido.

Aprendi finalmente as potencialidades do Facebook e deixei de perceber as qualidades do Twitter.

Agora que cheguei tão longe neste meu percurso pelas Redes Sociais apareceu essa coisa desconhecida que dá pelo nome de Google+ que me classifica como Rita+, o que até é positivo. Tenho pensamentos imediatamente ++++ quando vejo no ecrã: Rita+

Ainda só tenho uma amiga no G+. Qualquer dia exploro-te, G+, mas não agora. Agora dedico-me a apreciar a liberdade dos disparates livres para os meus Amigos no FB e sorrio =)

P.S. Entretanto, vou sabendo cada vez melhor que não quero ter nenhum ipad da vida. Eu preciso do teclado. Teclar em teclas verdadeiras é uma droga dura, da qual estou perfeitamente dependente… e não me importo!!!
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