Não, muito obrigada…

Convidaram-me para escrever num jornal on-line sobre os pulos… Agradeci muito e declarei-me triste por dar essa resposta. Estou muito orgulhosa por ter dito que não, apesar disso me deixar triste. Para não escrever exactamente o que quero e ter de andar a fazer o pino com as palavras, para oferecer fotos e tudo for free, não muito obrigada. Estou farta de fazer coisas for free  e farta de “comprar” chatices com pessoas de quem gosto sem necessidade nenhuma. Fico triste, mas uma pessoa tem de ser coerente consigo própria.

Nesta história, a questão que realmente importa e que paira sobre a minha cabeça é: será que se tivesse tempo para me dedicar à escrita dos pulos teria tido esta convicção tão grande e imediata para dizer que não? É que a situação exige definitivamente esta resposta. Sinto uma enorme clarividência… agora…

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One thought on “Não, muito obrigada…

  1. Percebo perfeitamente.
    Hoje em dia todos querem trabalho à custa dos outros sem dar nada em troca. E, meus amigos, tenham paciência, mas trabalho custa €.
    É deveras irritante e desmotivador querermos fazer algo que gostamos (o meu caso a fotografia) e quererem coisas oferecidas – baratas – ou até mesmo, gratuitas.
    Por isso, custa-nos dizer não, sem dúvida… mas a dita “coerência”, como referiu, faz-nos dar respostas contrárias à vontade própria.

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