“Déspota”, diz ele…

Tenho tanto de déspota como ele tem de delegar. Oriento-lhe o trabalho sempre que quiser, sempre que puder, sempre que souber orientar. A ele e a quem mo pedir e tiver paciência para a minha falta de jeito para orientar, para explicar e tal. Oriento e explico. Não governo ninguém e muito menos com tiranias da treta. Há tanta coisa que não sei. Não sei, por exemplo,  lidar com egocentrismos  gigantes, chantagens emocionais e vitimizações.

Eu já lhe contava o que é ser déspota, “mas agora não tenho tempo”. É que ando há vários dias dedicada a digerir o significado de “censura”. A censura daquele género que é defender o direito que assiste às pessoas de não terem a sua carinha laroca publicada na Internet e daquele género que é ter o direito de sentir que é a minha obrigação defender o que considero correcto.

Não parece só que tenho o demónio cá dentro… tenho mesmo.

Depois sou eu que sou intransigente e que tenho mau feitio… que sou isto, aquilo e o outro.

P.S. Pessoas que se gostam não mandam recados sobre “censuras”,
ou sobre outro assunto qualquer importante,
em blogues.
Pessoas que se gostam falam
sobre  o que lhes apoquenta as almas frente a frente,
olhos nos olhos.

Como não sou perfeita,
acabei de compactuar com os recados públicos…

P.S.  Quanto mais uma pessoa gosta
mais se põe a jeito de se sentir magoada.
Estou publicamente fula e triste.
Esse também é um direito que me assiste.
Para que fique claro: o que doeu foi o recado.

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One thought on ““Déspota”, diz ele…

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