“Um Requiem impossível, com amor”

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Acho que gosto mais destas palavras do que da própria música:

“Pinho Vargas resolve a questão não numa procura da originalidade, mas numa viagem interior, pessoal e melancólica perante o projecto impossível de dizer como é o que já não há.” […] “Porque este Requiem tem declarações de amor e interrogações sobre o acto de compor.”

Do que gostei mesmo foi da parte do Samuel Barber e da performance da maestrina Joana Carneiro que, aos meus olhos, conduz convictamente a orquestra dando um espectáculo paralelo de bailado.

No final deparámo-nos com esta surpresa no passeio do outro lado da rua…

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One thought on ““Um Requiem impossível, com amor”

  1. Pingback: Samuel Barber – Adagio for Strings | Flying Feet

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