Your are always on my mind

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14 Fev – Dança e Manifesta-te! Ergue-te pelo fim da violência…

Quem diria eu a dançar publicamente…
=)

A organização One Billion Rising pretende pôr milhões de mulheres e de homens a dançar no dia 14 de Fevereiro de 2013, erguendo-se pelo fim da violência contra as mulheres e raparigas.

Em Lisboa às 13h no Martim Moniz e às 17h30 no Largo Camões irá dançar-se “Break the chain“. O filme em baixo dá indicações sobre as coreografias

A Roma e o Sax

Mas será que alguém levou mesmo mesmo a sério que o propósito da minha viagem a Roma é encontrar a minha alma gémea? Ninguém se terá por acaso lembrado que a Cidade Eterna é um colosso de História, monumentos, museus, um extraordinário local para uma pessoa se embriagar de cultura?

Já não posso brincar com as palavras, comigo e com o facto de ter formação científica, ter-me preparado durante anos para fazer investigação a sério através de todas metodologias implicitas na actividade da mesma (apesar de nunca a ter praticado), e ao mesmo tempo dar alguma credibilidade à astrologia? E com o facto de ler as previsões da Susan Miller todos os meses? Eu e mais uns quantos cientistas que eu conheço.  Já agora confesso que fui a uma consulta da Rita Dias e achei extraordinário. A Rita é uma pessoa que tem um dom para falar com as pessoas. Cria uma empatia incrível. Ela não é psicóloga, mas se calhar podia ser melhor que muitos psicólogos que para aí há que provocam mais estragos do que o inverso. Se calhar também seria interessante pesquisarem sobre a área em que a Rita é formada. Surpreendam-se!

A Miller diz que os geminianos se calhar deviam por os pés ao caminho e andar no laréu todo o ano para terras longinquas e que se calhar essa é a melhor forma de dar com uma alma gémea. Ora, eu comecei a pensar que Roma está a aparecer na minha vida de muitos lados diferentes em pouco tempo e que já é coincidência a mais! Juntei 1+1+1+1+1+1

Vai daí, senti um estranho chamamento e num impulso comprei um bilhete barato. Vou ser mais clara: decidi ir a Roma, sozinha, com o objectivo de ir pintar!! Se nos entretantos, arranjar companhia esse objectivo muda. Seria a forma de tomar História e Arte até cair para o lado de cansaço.

Por firmes decisões, era muito giro e util aprender a tocar Saxofone. Ah pois era. Mas faz uma barulheira e o meu bairro gosta muito de sossego. Quando inventarem um sax ou um clarinete electrónico a sério, talvez volte às aulas. É que eu adorei a experiência.

Sofia Vitória 4Teto

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Excelente concerto
com Sofia Vitória,  Júlio Resende, João Custódio e  Bruno Pedrosa.

SofiaVitoria-FabricaBracoPrata

P.S. Quando dei por mim,
já lá estava.
Foi mais um evento que veio ter comigo e lá fui eu.
Adoro estes momentos inesperados. 
P.S.2. Fiquei vidrada com o contrabaixo.

“Um Requiem impossível, com amor”

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Acho que gosto mais destas palavras do que da própria música:

“Pinho Vargas resolve a questão não numa procura da originalidade, mas numa viagem interior, pessoal e melancólica perante o projecto impossível de dizer como é o que já não há.” […] “Porque este Requiem tem declarações de amor e interrogações sobre o acto de compor.”

Do que gostei mesmo foi da parte do Samuel Barber e da performance da maestrina Joana Carneiro que, aos meus olhos, conduz convictamente a orquestra dando um espectáculo paralelo de bailado.

No final deparámo-nos com esta surpresa no passeio do outro lado da rua…

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Para uma Metáfora de Vida… a caminho do Mar

Tocaste a minha Vida.

Tu que me Viste para além de mim
e Sabes o que mais ninguém sabe.
Sabes o que eu não compreendo.
Deixo-me acreditar no que acreditas.

Eu que fico à espera que os acontecimentos aconteçam,
porque eles acontecem mesmo,
aparecem-me assim mesmo diante de mim…
Os que estou preparada para agarrar:
apanho-os como se fossem balões a  subir no ar sem destino.
Aponho-os e deixo que me levem.

Dizes que não fique quieta à espera…
não sei se te acredite.
O melhor que me aconteceu foi quando agarrei
os Tais Balões inesperados…

Dizes-me para ir pintar o vento
e para nunca mais deixar de o fazer.
E eu parti… ainda não pintei o Vento,
mas tenho a sensação que encontrei o Mar… o Nosso…

Michael Dudok de Wit & Arjan Wilschut
“Father and Daughter”

É tão belo, tão estético, tudo:
as cores, os rabiscos, a música, a História sem palavras.

Deparei-me comigo ali (in)quieta, estupefacta… a caminho do mar, d’Aquele outro Mar… do meu (do Teu?): uma e outra vez e mais outra… e outra ainda… onde imagino que flutuas a Alma e onde te (re)busco uma e outra vez e mais outra… e outra ainda… e não te encontro… Insisto em acreditar que quando me desfizer em pó me vais abraçar a Alma a flutuar no Nosso  Mar. Têm sido mais os dias em que não acredito… Podiam passar a ser mais os dias do avesso para Pensamentos Abraçados  +++ nas ondas da Ericeira.

 

Time after time… Is nothing new

Lying in my bed I hear the clock tick,
And think of you
Caught up in circles confusion–
Is nothing new
Flashback–warm nights–
Almost left behind
Suitcases of memories,
Time after–

Sometimes you picture me–
I’m walking too far ahead
You’re calling to me, I can’t hear
What you’ve said–
Then you say–go slow–
I fall behind–

The second hand unwinds

[Chorus:]
If you’re lost you can look–and you will find me
Time after time
If you fall I will catch you–I’ll be waiting
Time after time

After my picture fades and darkness has
Turned to gray
Watching through windows–you’re wondering
If I’m OK
Secrets stolen from deep inside
The drum beats out of time–

[Chorus:]

You said go slow–
I fall behind
The second hand unwinds–

[Chorus:]

Time after time…
Time after time…
Time after time…
Time after time…

Da Música

 

Às vezes saem-me coisas tão belas e estéticas pela boca fora:

A Música é para Sentir,
não para Saber.

P.S. Oh pá, desculpem lá sim?
Eu assumo a minha enorme ignorância
e o saber-me tão bem mantê-la.
Com tantas outras coisas giras para saber.
Também assumo os meus gostos muito pirosos às vezes.
Aquela música com pirilampos é disso exemplo…
Assumo ainda que adorava saber tocar saxofone,
mas tal como noutros assuntos
tenho 98% de certeza que nunca vou aprender.

 

 

 

No ar… rabiscar a Vida em notas e claves de sol

Dibujo En El Aire

Ya no quiero vivir con los temores
que prefiero entregarme a la ilusión
y lo que creo, defenderlo con firmeza,
sin historias que me abulten el colchón

Y si un día me siento transformado
y decido reorientar la dirección,
tomare un nuevo rumbo sin prejuicios
porque en el cambio esta la evolución

Evolucion, en el cambio esta la evolución

Que mi camino se encuentre iluminado
y la negrura no enturbie el corazón
discernimiento al escoger entre los frutos,
decision para subir otro escalón
Vivir el presente hacia el futuro
guardar el pasado en el arcón,
trabajar por el cambio de conciencia,
dibujar en el aire una canción

Una cancion en el aire una canción…

Jazz alternativo ao vivo

Foi entre queda de folhas, jazz, borboletas, morcegos e outros bichos alados, que terminei a primeira parte das férias de Verão.

Confesso que a parte que mais gostei foi quando regressaram para a despedida final. Se calhar era mais do género jazz pop ou assim ou assim – provavelmente estarei a dizer uma barbaridade. Realmente não me interesso por saber nada de música, mas por  desfrutar dos sons.

Houve um instrumento que estava a dar conta dos meus nervos. O saxofone barítono foi usado para “ralhar” com os outros instrumentos. Pode ser uma experiência dolorosa. Aquilo de  “ralharem” todos uns com os outros é um bocadinho alternativo demais.

Diverti-me muito com o espectáculo de variedades oferecido pelo possuido do demo dedicado ao vibrafone… As pessoas são tão sérias nestas coisas. O senhor estava a trocar os pés todos e saltava muito!! Mas será possível que não nos devemos/podemos rir nestes eventos, nem sorrir um bocadinho? Houve momentos em que só tinha vontade de fechar os olhos e sorrir. Os músicos estavam numa felicidade contagiante. Aquilo ali a saber-me tão bem, olhava em redor e só via sisudos por todos os lados…

Fui para casa a ouvir a Smooth para descansar os ouvidos… mas adorei a experiência!