Chocolates Plim, Plam, Plum… Ruuu

A Tia Su enviou-me isto…
será que me está a querer dar algum recado?

"Chocolates Sorridentes e muito Plim"

“Chocolates Sorridentes “

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Como é que só hoje estou a perceber…

 

que estive tão cheia de vírus?

Como é que preciso de me sentir histérica a ouvir música “eléctrica”
e ter vontade de desatar para aqui aos pulos para perceber isso?
Sou hipocondríaca, pronto… confesso.
E estou completamente “eléctrica”,
mas prometo à malta que amanhã ainda não vou para os pulos! 

Só no Domingo ;-)

SOoooLLLLL!!!

 

P.S. Felizmente para o meu corpinho,
já que não tenho assim muito juizinho,
parece que vai chover muito…

 

 

 

 

dO Lugar de todas as cores, de todas as conversas, de todos os silêncios

Vamos para esse teu “lugar azul” e conversar tanto, tanto, tanto, que a voz só não nos vai doer, porque nos podemos empanturrar de chá branco e de torradas com marmelada e lemon curd, ou de queques ;-)

Esse lugar dará lugar a todas as cores, porque os sorrisos e os abraços são coloridos. Podemos rebular de dunas altíssimas ou balançar em ramos de árvores numa floresta verde, cheia de raios de sol por entre as folhas.

Ou podemos ficar no teu “lugar azul”, em silêncio a desenhar palavras no ar.

Um dia talvez te visite montada numa vespa amarela, vestida das minhas maluquices, para nos (re)vestirmos das nossas lócuras e nos reinventarmos em poemas de amizade-amor e de mar.

P.S. Gosto mais de pensar no inicio(-de-ano):
recheado de gigantes Abraços e beijocas doces!

Provas [comprovadamente alucinadas] de vinho

Cinco miúdas juntam-se para comprovar que não percebem nada de vinhos, mas esforçam-se…

Foi toda uma aprendizagem: um fartote de “cheiradelas”, técnica da inclinação milimétrica do copo e aquela “cena” do ovo e das voltas e reviravoltas do copo em movimento anti-ponteiros-do-relógio e das aspirações e nuvens dos compostos voláteis e tal e coiso.

Eu não faço outra coisa senão cheirar os tais compostos cheirosos – e aquele vinho das fotos cheirava deliciosamente após 45 minutos a respirar.

O meu chá de rosas e gengibre estava delicioso, mas não cheirava tão bem como o vinho. Lamentável…

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A tortilha galega estava maravilhosa
e os queijos e todos os chouriços e tudo,
estava tudo óptimo.

Comi alarvemente, mas não digam a ninguém…

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Seremos todas profissionais na enologia em breve…
muito muito em breve.
Só não sabemos definir o que é isso do “breve”.

Eu principalmente…

Ainda bem, porque Ela vem aí!!

A “Ela” acompanhada de bacalhau falso (diz que “de plástico”)

Os Astros para hoje, 29 de Novembro de 2012
[a menos de um mês de acabar o mundo…]:

Cheerful and gregarious

This is a good time to go out and socialize, because you feel quite cheerful and gregarious. You radiate warmth and emotion toward other people, so they enjoy being with you. This is a very good time to go to a party, for example. Your relations with loved ones are usually good under this influence, and you may feel quite amorous. Usually this influence is too fleeting to indicate the beginning of a major relationship, but it does help existing ones. This is a favorable time for undertaking any activity connected with beautifying your home and making it more pleasant. It is also a good time to entertain at home. In shopping now, you may spend more money than you originally intended, and if you must stay within a budget, you would be well advised to postpone shopping until later.

Lá vou eu outra vez para nuestros hermanos

Que desassossego.

Já só faltam tão poucos dias para me meter ao caminho e ir para tão longe… em trabalho… e a conduzir sozinha tantas centenas de quilómetros… tanto que há para fazer entretanto. Mas que desinquietude! Espero pelo menos partilhar as prometidas tapas e trazer o Alhambra digital comigo. Da outra vez só o trouxe em papel. Só existia papel… foi há tanto tempo assim… tanto…

Barcelona, a cidade charmosa, rebelde, “màgic”

 

Da primeira vez, deixei-me percorrer a cidade màgic a pé, sozinha. Foram quilómetros e quilómetros e quilómetros dois, três dias. Quando cheguei não sabia ao que ia. Deixei-me perder nas ruas, encontrar-me, descobrir os recantos e preciosidades.  Já acompanhada, deixei voltar a perder-me e  redescobri-la, reconhecer os prédios, as lojas.

Deambular parece ser a única forma de conhecer uma cidade, de a ouvir, de a respirar, de a viver e de nos deslumbrarmos como se houvesse todo o Tempo do mundo para ir por ali, acolá…

Da segunda vez que visitei Barcelona prefiro não me lembrar.

Desta vez foi mais ao meu jeito e foi doce.  Houve café expresso italiano Illy “tipicamente Português” logo de manhã todos os dias, bocadilhos improvisados com jámon e sumos maravilhosos do Mercado de Santa Catarina e da Bocaria, houve quilómetros e mais quilómetros a pé, tantos quilómetros, dores horríveis nas pernas, sorrisos doces à mistura com cañas e claras, montaditos e tapas, centenas de fotografias estéticas. Houve silêncios, muitos silêncios para melhor ouvir a magia, absorver os dias e construir memórias.

O pulsar humano eterno, o charme rebelde das ramblas, do bairro gótico, o génio dos edifícios mais criativos, ergonómicos, belos que já vi – de Gaudí -, aqueles contrastes arquitectónicos, humanos e culturais que mudam em todas as horas do dia e da noite.

Há algo de mistério que paira no ar, há sempre algo mais para descobrir. No fundo, é o mesmo que sinto quando passeio pela Baixa, pelo Chiado, Alfama, Bairro Alto, mas multiplicado por muitas vezes.

A acrescentar a tudo isto há a descontracção das pessoas LGBT por todos os lados, sem complexos, com presença diluída, a respirar liberdade sem pressões.

Sinto-me encantada, serena e rejuvenescida lá.

Tenho cada vez mais a sensação que Barcelona é de alguma forma uma representação de uma mistura do que sou e, ao mesmo tempo, do que gostava de me tornar: livre de espírito, de aceitar a vida como ela acontece, de aceitar as “minhas” pessoas como elas são e como habitam a vida e que essas pessoas me aceitem como sou, o meu percurso, a minha evolução no habitar a Vida. Estou muito longe de me sentir livre.

Barcelona “quer” sentir-se livre para Ser seja o que for. E eu com Ela: quero muito sentir-me livre no espírito para não me deixar prender dentro da complexidade da vida e de mim própria.

 

P.S. Imagens publicadas em breve

 

 

 

 

Depois da França, veio a Alemanha

para não me deixar entrar em crise… imagine-se que contra-senso tão interessante…. primeiro a França e depois a Alemanha…

Permitiram-me arranjar o azul do céu de rodinhas laranja, aulas de saltos, pézinhos voadores vermelhos, livros, uma mochila gira muito boa daquelas que diz que nunca morrem, passeios até  aos Açores, a Barcelona, a Itália,… as propinas,… cadernos giros de rabiscos, iguarias e tantas saídas com os Abraçados do coração e tal. Ofereceram-me sossego, paz e serenidade, cheiros culinários diferentes, deixaram-me praticar o meu melhor inglês macarrónico ao invés do seu melhor português macarrónico e também sorrisos e muitos chocolates.

Agora vem a Espanha…

E que “deus” não se instale lá em casa novamente…
nem sequer de passagem!! Xoooouuuuuuuuuuuu

… a malta com origens latinas tem tendências
para me arranjar úlceras…

DeusA toma conta de nós para a Crise não se instalar!

Nas pinceladas ao entardecer

Gelado de cheesecake de limão da Fragoleto, pinceladas ao entardecer,
paisagens “Delicadas”, pessoa doce… muita paciência e d’Abraços

=)*

 

P.S. Paisagem “roubada” a pessoa doce ;-)

Daqui a 48 horas estarei a rodar na Toscana…

com muitas “pancadas” de chuva e algumas fatias de pizza deliciosas.

Mais umas férias cheias de água…

Suponho que é bom para os museus e os rabiscos,
inspirações e eurekas para Flores e Miúdas Desconhecidas
e tagarelices pela estrada fora.

Tão precisada de férias que estou!!

P.S. Afinal o poster ficou azul-cinza,
vermelho sangue e amarelo post-it.
Fica mais coerente com o tema!
Na próxima vida quero ser designer.

É para condizer com o vermelho
do saco de viagem que alguém…
vai usufruir para trazer souvenirs!
Será que 100 litros de espaço lhe chegam? ;-)
Quem diria eu tão de vermelho…

Mas que traquinice… III

<< Mas que traquinice… I  | << Mas que traquinice… II 

Mas que tarde tão recheada de música ao vivo e cores aguadas.

Não me lembro da ultima vez que usei os pinceis verdadeiros – os outros que costumam andar comigo não são tão verdadeiros… E tudo porque não me estava a apetecer ir sozinha ver o filme do cavalo.

Eles a aprender a tocar guitarra e eu a pincelar na varanda-mini, a partilhar os meus pinceis e o meu Kandinsky – que comeu bolo de chocolate com creme pecaminoso – com ajuda dos miúdos. Não posso esquecer-me de lhes pedir um autógrafo em redor da nódoa na capa para recuerdo =)

A expectativa solitária da sessão de cinema passou a sete de um momento para o outro :-)

Ainda bem que os miudos gostaram, porque eu fiquei tão irritada com a incoerência – filme de guerra e cavalo com raciocínio humano. Quando decido ver um filme com uma zebra que fala e que quer ser um cavalo estou preparada e até me divirto. Mas quando um cavalo, em cenas de guerra, tem reacções humanas e incoerentes com a realidade isso irrita-me profundamente…

Não bastando tanto “sossego”, ainda fiz mais 80 km para petiscar iguarias galegas com sumo de laranja de pacote – já se sabe que eu sou dos “coisos anónimos” e vinho tinto não pode ser ;-)

Estou extenuada. Preciso muito de dormir… ninguém diria…

Agora, mentaliza-te, concentra-te no trabalho, na faculdade, na tese, na viagem de estudos variados. Foco na Toscana,  priorizar visitas, construir trajectos, foco no trabalho, na faculdade, na tese… na tese… na tese, na TESE, Rita!!!

P.S. Agora que estou a ver o boneco de longe parece uma amiba
e um bicho microscópico qualquer.
Talvez seja um ET com picos…

Bêbadas de calorias

Hoje, após um gigantesco possuimento, a Su empanturrou-me de Waffles inspirados neste post que começa assim: “Quando falo em Waffles lembro-me de Bélgica“.

Eu exclamei:
– Não fazes ideia a quantidade de calorias que emburcámos!!!!

Ao que a Su me respondeu:
– Não… eu usei leite magro…